quarta-feira, 21 de maio de 2014

Tempos de Copa, Tempos de Revolução

Tempos de Copa, Tempos de Revolução.



Nos dias atuais presenciamos a eclosão de diversas greves se propagando por todo país em todas as áreas como Educação, segurança, transporte público, saúde.


Há quem diga que são oportunistas, que estão se aproveitando da chegada da Copa do Mundo, que será realizada no País.


Vejo esse “oportunismo”, como uma forma de reivindicação de direitos que o Estado não concedeu ao povo.


Essa revolta popular também é fruto de um país banhado de corrupção, portanto, o povo só está reproduzindo um aprendizado adquirido pelos corruptos, ou seja, aproveitar uma oportunidade para adquirir bens.


Um país onde a corrupção é alarmante, só irá reproduzir as mesmas formas de “oportunismo” no povo.


A população brasileira está requerendo o mesmo “Padrão FIFA de Qualidade”:

“O Programa de Qualidade da FIFA oferece um padrão industrial reconhecido internacionalmente e confiável, com qualidade e fiabilidade nas áreas mais importantes para os jogadores de futebol: equipamentos, superfícies, tecnologia e serviços utilizados no seu esporte.
O objetivo do programa é aprimorar as condições do jogo e proteger jogadores, clubes e associações, fornecendo aprovação a produtos que cumpram os mais elevados padrões de segurança e qualidade. A pesquisa que fundamenta o programa de qualidade inclui estudos, pesquisas e análises aprofundadas sobre as necessidades dos jogadores, abrangendo diversos aspectos de segurança, desempenho, durabilidade, garantia de qualidade e conforto de jogo. Os estudos foram realizados em colaboração com uma excepcional rede de pesquisa, que engloba universidades, institutos de teste, organizações esportivas, institutos de normatização e consultores independentes de todo o mundo.
Além dos requisitos técnicos, o Programa de Qualidade da FIFA também leva em consideração os padrões éticos. A responsabilidade social é parte integrante dos critérios de certificação e garante a conformidade com práticas comerciais éticas relacionadas ao trabalho infantil, horas de trabalho, requisitos de saúde e segurança e responsabilidade ambiental, de acordo com o código de conduta da World Federation of Sporting Goods Industry (WFSGI, Federação Mundial da Indústria de Produtos Esportivos).
Uma vez testado e estando em conformidade com todos os padrões, o produto pode ser certificado pela FIFA, recebendo então um dos selos de QUALIDADE DA FIFA. As diversas categorias de qualidade foram concebidas de acordo com as necessidades dos jogadores.” Fonte:FIFA.com




Portando o que o povo reivindica é nada menos que sejam gastos os mesmos bilhões para as necessidades básicas da população e com qualidade idêntica aos adotados pela FIFA, ou seja, Saúde, Educação, Transporte Público, Segurança padrões FIFA que abranjam os diversos aspectos de segurança, desempenho, durabilidade, garantia de qualidade, conforto, fiabilidade e principalmente que também leve em consideração os padrões éticos adotados por essa instituição. Assim, todas as medidas adotadas devem garantir também as práticas comerciais éticas de acordo com o código de conduta da World Federation of Sporting Goods Industry (WFSGI, Federação Mundial da Indústria de Produtos Esportivos) para a sociedade como um todo e não somente em tempos de eventos esportivos mundiais.


Esse evento em particular, a Copa do Mundo, foi criado para “transmitir os valores da paz mundial e universalismo, porém dos dias atuais se tornou uma vitrine para as empresas que, graças a esse evento midiático mundial, exploram e esperam lucrar, proporcionando seu crescimento econômico o que também promove a corrupção em todas as áreas, além de um grande tráfico de influências intrínseco nesse processo.


Portanto é justamente por tudo isso que o povo se rebela inconformado com o descaso do Estado para com as necessidades básicas de sua população, uma vez que é difícil conceber que um país onde seu povo é desprovido de suas mínimas condições de sobrevivência, possa gastar tanto com um evento como esse.



Assim sua única saída é promover essas greves, reivindicações, paralisações para conseguir um mínimo de qualidade em seus serviços públicos, pois como bem dizem, a Copa irá acontecer, o Estado precisa mostrar ao mundo que é capaz de promover o evento, mas que isso não seja feito às custas de um povo sofrido.


Que esse evento seja realizado às claras e não encobrindo nossas deficiências que infelizmente continuarão existindo.


Que o mundo saiba que temos dificuldades sim, mas que estamos crescendo e procurando melhorar.


Que o Estado pare de fazer vistas grossas e comece a ouvir seriamente o “Gigante” que está crescendo a cada dia dentro de cada um de nós.


Que os políticos parem de atuar e passem a agir em conformidade com as solicitações do povo brasileiro que os elege com esse fim.


E digo quem cria ignorantes está fadado a agüentar sua ignorância.


Não pensem que o povo é burro, ele somente está enchendo o copo de suas insatisfações, tomem cuidado com a ultima gota que está prestes a pingar, pois quando esse copo transbordar, aí sim teremos uma grande REVOLUÇÃO GENERALIZADA.




By @zilaraujo

sábado, 19 de abril de 2014



19 de Abril Dia do Índio

Leiam:

Gostaria muito de comemorar o dia dos nossos nativos.
Aqueles que foram e são nossa base.

Filhos da terra que tentam a todo custo manter sua Cultura.

É inadmissível ainda presenciarmos toda crueldade que é cometida com as nações nativas.

Não podemos deixar de lembrar dos protestos realizados pelas comunidades indígenas e entidades de defesa desses povos, pelos índios mortos e ameaçados, especialmente os guaranis kaiowás, de Mato Grosso do Sul, que  atualmente  é a etnia que mais sofre com a violência fundiária.

A luta que esses povos travam  reivindicando a homologação e demarcação das terras.

Os assassinatos no país de 503 índios entre 2003 e 2011. Do total, mais da metade, 279 são do povo Guarani Kaiowá.

A Luta dos índios pela proteção da Amazônia.

A Luta contra a Construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu que ameaça as populações ribeirinhas e diversas aldeias indígenas e trará impactos sociais e ambientais.

Numa entrevista O cacique Ireo Kaiapó disse que, se a construção for mantida, haverá muito prejuízo para sua tribo.

- Se a barragem acontecer, vai ter problemas. Vai ter briga, morte, doenças, prejuízos. Onde o índio vai viver? Será que vai morar em Brasília? Nós não queremos.

Eu pergunto o que temos para comemorar?

Ainda temos um longo caminho a percorrer.

É preciso que o Estado promova políticas públicas que visem a proteção dos povos indígenas.

Segundo o blog Mafarrico Vermelho (http://mafarricovermelho.blogspot.com.br/2013/06/para-entender-porque-matam-os-indios.html)

O agrobussines é o principal motivo para o impedimento da demarcação de terras.

"De um lado, o latifúndio defendendo seus interesses, do outro, os explorados, buscando vida digna. E, no meio disso tudo uma nação alienada pela constante deformação informativa da mídia comercial que transforma em inimigo aqueles que são as vítimas do sistema."

Precisamos nos unir a essa luta para que um dia possamos comemorar com louvor e acima de tudo prestigiar nossos nativos que tanto estão sofrendo no decorrer de tantos séculos.


terça-feira, 1 de abril de 2014


HOJE RESOLVI PERDER TEMPO!!!
OU MELHOR, RESOLVI GANHAR TEMPO!!!







De passagem pelo Metrô República, ouvi um som que vinha de um canto na entrada da Estação.

Logo percebi que vinha de um piano acomodado na lateral do espaço, e um jovem o tocava lindamente.

São muitos anônimos que se dispõe a ir ao Metrô nos encantar com sua arte.... (assim como a Patricia Kawaguchi http://nocmoon.com/2011/11/fim-de-semana-nos-pianos-do-metro-de-sao-paulo/

Achei tão lindo que fiquei ali parada ouvindo, logo encostou outro rapaz e ao perceber ele saiu e deu lugar ao outro pianista que também tocou lindamente. 

Então posso dizer que ganhei tempo num momento mágico ouvindo aquele som. 

Como é bom ter esse tipo de iniciativa que nos presenteia com uma arte tão incrível... 


Não posso deixar de recitar o Poema de Bruno Fernandes Barcellos... 


"Um piano abandonado, viu-se inútil sem um bom pianista que pudesse tocá-lo. 


A cidade inteira não se importava com seu som. 


Muito menos com todos os arranjos e orquestras nos quais participou. 


Sua história de nada valia, pois sua música era ultrapassada demais. 


Muito triste e sem perspectivas, o piano tocava apenas em 'Dó'. 


A poeira cobriu suas teclas, e suas cordas estavam desafinadas. 


Havia virado uma mesa, uma tábua forrada com jornais amarelados. 


Contudo, em uma manhã, um velhinho entrou na loja querendo sorrir. 


Com seus passos lentos retirou seus óculos e com um lenço os limpou. 


Mirou o velho piano, cheio de saudades e cercado de 'Sol'. 


Abriu sua carteira, contou as notas e moedas que economizou por 'Si'. 


Levou o velho piano, limpou, afinou e lustrou o marfim. 


Sentou-se ao piano em frente a janela, que se iluminava à luz do jardim. 


Tocou o velho e o piano, uma música-saudade que os enalteceu. 


Os vizinhos que não se importavam, logo se encantavam ao som que surgia dali. 


A cidade logo repensava, porque tanto tempo ouviu música ruim. 


E o piano encontrou o seu tom, o velho o seu dom e se fizeram arte assim." 


É ISSO!!! 

Precisamos parar um pouco e apreciar as belezas e oportunidades da vida!!!!

segunda-feira, 24 de março de 2014



SER PROFESSOR É A REALIZAÇÃO DE SONHOS CONCRETIZADOS NOS ALUNOS.



Uma vez em sala de aula, conversando com um aluno, diga-se de passagem um dos melhores da sala, comentávamos sobre o futuro e qual seria sua perspectiva. 
O aluno me respondeu que queria ser médico. 
O indaguei se ele achava que seria possível, sendo aluno de Escola Pública. 
Ele me respondeu que estaria fazendo o possível, pois era seu sonho, trabalhar na área médica.
Hoje ao ir à UBS (Unidade Básica de Saúde), tive uma grata surpresa, encontrei esse aluno, ele está fazendo um Curso de Técnico em Enfermagem e fazendo estágio nessa unidade.
Fiquei muito contente, apesar de ainda não ser um Curso de Medicina, já é o começo da realização de um sonho que ele está perseguindo bravamente.
Ele me reconheceu, me cumprimentou.
Pode não ter percebido como fiquei emocionada pelo começo de sua conquista.
Mas esse também é meu sonho, ver meus alunos conquistando seus objetivos. 
É para isso que trabalho, é por isso que luto.
Para encaminhar esses jovens no caminho do bem e que possam ser sujeitos críticos e modifiquem a sociedade com suas atitudes.

Parabéns querido aluno.

PS.: Infelizmente não me lembro seu nome, pois são tantos jovens que passam por nós professores, mas estou muito orgulhosa de você, querido aluno.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Brasil lembra centenário de escritora que definiu favela como quarto de despejo




“Eu denomino que a favela é o quarto de despejo de uma cidade. Nós, os pobres, somos os trastes velhos.” A metáfora é forte e só poderia ser construída dessa forma, em primeira pessoa, por alguém que viveu essa condição. Relatos como este foram descobertos no final da década de 1950 nos diários da escritora Carolina Maria de Jesus (1914-1977). Moradora da favela do Canindé, zona norte de São Paulo, ela trabalhava como catadora e registrava o cotidiano da comunidade em cadernos que encontrava no lixo. O centenário de nascimento de uma das primeiras e mais importantes escritoras negras do Brasil é comemorado hoje (14).

Nascida em Sacramento (MG), Carolina mudou-se para a capital paulista em 1947, momento em que surgiam as primeiras favelas na cidade. Apesar do pouco estudo, tendo cursado apenas as séries iniciais do primário, ela reunia em casa mais de 20 cadernos com testemunhos sobre o cotidiano da favela, um dos quais deu origem ao livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, publicado em 1960. Após o lançamento, seguiram-se três edições, com um total de 100 mil exemplares vendidos, tradução para 13 idiomas e vendas em mais de 40 países.

“É um documento [sobre o] que um sociólogo poderia fazer estudos profundos, interpretar, mas não teria condição de ir ao cerne do problema e ela teve, porque vivia a questão”, avalia Audálio Dantas, jornalista que descobriu a escritora em 1958. O encontro ocorreu quando o jornalista estava na comunidade para fazer uma reportagem sobre a favela do Canindé. “Pode-se dizer que essa foi a primeira [favela] que se aproximou do centro da cidade e isso constituía o fato novo”, relembrou. Ele conta que Carolina vivia procurando alguém para mostrar o seu trabalho.

Uma mulher briguenta que ameaçava os vizinhos com a promessa de registrar as discórdias em um livro. É assim que Audálio recorda Carolina nos primeiros encontros. “Qualquer coisa ela dizia: 'Estou escrevendo um livro e vou colocar vocês lá'. Isso lhe dava autoridade”, relatou. Ao ser convidado por ela para conhecer os cadernos, o jornalista se deparou com descrições de um cotidiano que ele não conseguiria reportar em sua escrita. “Achei que devia parar com a minha pesquisa, porque tinha quem contasse melhor do que eu. Ela tinha uma força, dava pra perceber na leitura de dez linhas, uma força descritiva, um talento incomum”, declarou.

Apesar de os cadernos conterem contos, poesias e romances, Audálio se deteve apenas em um diário, iniciado em 1955. Parte do material foi publicado em 1958, primeiramente, em uma edição do grupo Folha de S.Paulo e, no ano seguinte, na revista O Cruzeiro, inclusive com versão em espanhol. “Houve grande repercussão. A ideia do livro coincidiu com o interesse da Editora Francisco Alves”, relatou. O material, editado por Audálio, não precisou de correção. “Selecionei os trechos mais significativos. [O texto] foi mantido na sintaxe dela, na ortografia dela, tudo original”, apontou.

Entre descrições comuns do cotidiano, como acordar, buscar água, fazer o café, Audálio encontrou narrativas fortes que desvendavam a vida de uma mulher negra da periferia. “Ela conta que tinha um lixão perto da favela, onde ela ia catar coisas. Lá, ela soube que um menino, chamado Dinho, tinha encontrado um pedaço de carne estragada, comeu e morreu. Ela conta essa história sem comentário, praticamente. Isso tem uma força extraordinária”, exemplificou.

Para Carolina, a vida tinha cores, mas, normalmente, essa não é uma referência positiva. A fome, por exemplo, é amarela. Em um trecho do primeiro livro, a autora discorre sobre o momento em que passa fome. “Que efeito surpreendente faz a comida no nosso organismo! Eu que antes de comer via o céu, as árvores, as aves, tudo amarelo, depois que comi, tudo normalizou-se aos meus olhos.” Para Audálio, o depoimento ganha ainda mais importância por ser real. “Um escritor pode ficcionar isso, mas ela estava sentido”, disse.

Audálio relata que Carolina tinha muita confiança no próprio talento e já se considerava uma escritora, mesmo antes da publicação. “Quando o livro saiu, a alegria dela foi muito grande, mas era uma coisa esperada”, relatou. O sucesso da primeira publicação, no entanto, não se repetiu nos outros títulos. Após o sucesso de Quarto de Despejo, a Editora Francisco Alves encomendou mais uma obra, a partir dos diários escritos por ela quando já morava no bairro Alto de Santana, região de classe média. Surgiu então o Casa de Alvenaria (1961) que, segundo o jornalista Audálio Dantas, responsável pela edição do material, vendeu apenas 10 mil exemplares.

Audálio lembra que Carolina se considerava uma artista e tinha pretensões de enveredar por diferentes ramos artísticos. Um deles foi a música. Em 1961, ela lançou um disco com o mesmo título de seu primeiro livro. A escritora interpreta 12 canções de sua autoria, entre elas, O Pobre e o Rico. “Rico faz guerra, pobre não sabe por que. Pobre vai na guerra, tem que morrer. Pobre só pensa no arroz e no feijão. Pobre não envolve nos negócios da nação”, diz um trecho da canção.

Para o jornalista, a escritora foi consumida como um produto que despertava curiosidade, especialmente da classe média. “Costumo dizer que ela foi um objeto de consumo. Uma negra, favelada, semianalfabeta e que muita gente achava que era impossível que alguém daquela condição escrevesse aquele livro”, avaliou. Essa desconfiança, segundo Audálio, fez com que muitos críticos considerassem a obra uma fraude, cujo texto teria sido escrito por ele. “A discussão era que ela não era capaz ou, se escreveu, aquilo não era literatura”, recordou.

Carolina de Jesus publicou ainda o romance Pedaços de Fome e o livro Provérbios, ambos em 1963. De acordo com Audálio, todos esses títulos foram custeados por ela e não tiveram vendas significativas. Após a morte da escritora, em 1977, foram publicados o Diário de Bitita, com recordações da infância e da juventude; Um Brasil para Brasileiros (1982); Meu Estranho Diário; e Antologia Pessoal (1996).

Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Agência Brasil
Refletindo sobre os últimos acontecimentos.... (Março/2014)

1º - Copa do Mundo: Um evento mundial, feito para que as grandes corporações possam lucrar. Traz diversos inconvenientes aos países  sede, tal como gastos exorbitantes com supérfluos e muitas oportunidades de desvios de verba e corrupção. Tudo isso culmina em situação econômica desastrosa, dívidas aos governos e quebra dos países. Quem sofre com isso??? A população mais carente, que sofre com a falta de infraestrutura, saúde, transporte, habitação dentre outros, pois o dinheiro que deveria ser investido para esses serviços, foram desviados para a concretização desse grande evento. 
Nesta altura do campeonato, não há mais como voltar atrás, uma vez que os gastos já foram contabilizados e superfaturados e também não há como cancelar o evento. 
Agora é aproveitar o evento, torcer para nossa seleção e esperar o problemão que ficará após o evento.... O PAÍS QUEBRADO....
Não é pessimismo, é a nossa triste realidade.


2º - Hoje estamos acompanhando o problema no CEAGESP: mas aí eu pergunto, esse problema é de quem?
Muitos não estão se dando conta da gravidade da situação. Mas quando começarem a ir nas feiras livres e pesar no bolso, aí sim vão começar a reclamar.
Sim, um absurdo, cobrar em média R$ 60,00 (sessenta reais) numa diária para poder carregar e descarregar no CEAGESP é um verdadeiro desfalque no bolso de todos nós. 
A desculpa foi que o dinheiro será investido na luta contra a prostituição infantil... uma desculpa nobre não acham??? (é lógico que estou sendo sarcástica). O que tem a ver uma coisa com outra?? 
Onde fica o poder público nessa hora??
Mais uma desculpa para cobranças abusivas. O Capitalismo Selvagem por trás das "boas intenções", e quem paga no final somos nós o POVO BRASILEIRO.


Acorda Brasil, tire a trave dos seus olhos...

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