segunda-feira, 17 de agosto de 2015





Se para ser aceita eu precise aceitar o senso comum, então prefiro ser excluída.

Como diz Voltaire:
"Posso não concordar com o que falas, mas lutarei até o fim pelo direito de dizê-lo."

Ultimamente tenho visto divergências enormes no que tange a questão política atual.

Porém o que as pessoas não entendem, é que o mais importante, é o bem de TODOS, e não o benefícios de alguns.

Ir com a maioria para ser aceito, ou, não ser excluído, não é a solução.

Ser massa de manobra política ou da grande mídia para atender seus interesses exclusos, isso eu me RECUSO.

Infelizmente isso é um reflexo da nossa falta de ensinamentos sólidos e amplos no nosso sistema educacional.

O esquecimento é um outro fator gravíssimo.

Também temos que tomar muito cuidado com a criminalização de alguns e a descriminalização de outros tão culpados quanto.

Acho que é chegado o momento de rever seriamente qual o país que queremos. 

Vamos parar de terceirizar a responsabilidade, pois ela é nossa!

Solicitar "intervenção constitucional militar", não é delegar a outros o papel de limpar a sujeira.

Solicitar "impeachment" também não é a solução ideal, até porque os sucessores são igual ou pior do que a atual gestão.

O que temos que cobrar é a resolução desses problemas e limpeza política com a participação da sociedade civil.

Ou seja, a responsabilidade da sociedade civil deve ser ampliada, não terminando somente nas urnas com o voto.

Precisamos de mais abertura, clareza, em todas as ações desenvolvidas pelos políticos e isso somente será possível quando a sociedade civil realmente estiver presente nesse processo de forma mais abrangente.

Por: @ZilAraujo

fonte da imagem: http://imagem.vermelho.org.br/biblioteca/luta_de_classes63856.jpg