Se para ser aceita eu precise aceitar o senso comum, então prefiro ser excluída.
Como diz Voltaire:
"Posso não concordar com o que falas, mas lutarei até o fim pelo direito de dizê-lo."
Ultimamente tenho visto divergências enormes no que tange a questão política atual.
Porém o que as pessoas não entendem, é que o mais importante, é o bem de TODOS, e não o benefícios de alguns.
Ir com a maioria para ser aceito, ou, não ser excluído, não é a solução.
Ser massa de manobra política ou da grande mídia para atender seus interesses exclusos, isso eu me RECUSO.
Infelizmente isso é um reflexo da nossa falta de ensinamentos sólidos e amplos no nosso sistema educacional.
O esquecimento é um outro fator gravíssimo.
Também temos que tomar muito cuidado com a criminalização de alguns e a descriminalização de outros tão culpados quanto.
Acho que é chegado o momento de rever seriamente qual o país que queremos.
Vamos parar de terceirizar a responsabilidade, pois ela é nossa!
Solicitar "intervenção constitucional militar", não é delegar a outros o papel de limpar a sujeira.
Solicitar "impeachment" também não é a solução ideal, até porque os sucessores são igual ou pior do que a atual gestão.
O que temos que cobrar é a resolução desses problemas e limpeza política com a participação da sociedade civil.
O que temos que cobrar é a resolução desses problemas e limpeza política com a participação da sociedade civil.
Ou seja, a responsabilidade da sociedade civil deve ser ampliada, não terminando somente nas urnas com o voto.
Precisamos de mais abertura, clareza, em todas as ações desenvolvidas pelos políticos e isso somente será possível quando a sociedade civil realmente estiver presente nesse processo de forma mais abrangente.
fonte da imagem: http://imagem.vermelho.org.br/biblioteca/luta_de_classes63856.jpg

Nenhum comentário:
Postar um comentário